Não preciso me drogar para ser um gênio, Não preciso ser um gênio para ser humano, Mas preciso do seu sorriso para ser feliz.
sábado, 25 de julho de 2026
Outro dia tive uma conversa sobre arrependimentos e partidas, e foi uma daquelas conversas em que você não interage o bastante, simplesmente porque a "química" da conversa não bate. Aquelas conversas em que você ouve por educação. Mas essa conversa me rendeu reflexões, depois, com o silêncio da minha alma. Me peguei pensando que, na verdade, eu sou sempre aquela que outros conversam e ouvem por educação. E tudo bem, ninguém é obrigado a gostar da companhia ou não. A mágica da amizade ou do coleguismo simplesmente acontece. Eu comentei com essa pessoa que me arrependia de uma coisa em específico... mas, ao chegar em casa, mudei de ideia. Não, não me arrependo não. Ao menos não da coisa que citei. Ao menos não terei o peso do "e se", no momento em que eu partir. Mas sim, carregarei muitos outros pesos de outros arrependimentos, talvez até alguns que não fui eu a me incumbir. A sonata nunca tocada, a oportunidade nunca agarrada, a batalha nunca ganha, a carta nunca enviada... Tenho sentido minha alma pesada e, pensar nesses arrependimentos, acrescentou alguns kilos de dores de coisas que jamais serei, sonhos que não realizarei e desejos cujo alcance, não merecerei. Eu estou cansada...minha alma pesa...e eu queria poder desistir.
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